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Área
da Ilha : 10.000 ha ou 100
Km²
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Localização:
Nordeste do Brasil
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| População:
60 habitantes |
| Clima
: quente e úmido ( 2 estações bem definidas - uma chuvosa e outra seca) |
| Temperatura
média anual : 27ºC |
| Exemplares
da Fauna : |
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Tatus
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Cotias
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Tamanduás
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Veados
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Guarás
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Xexéus
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Tucanos
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Tartarugas
marinhas
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Jacarés
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Macacos
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Guaxinins
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Colhereiros
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Quatis
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Curicacas
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Raposas
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No centro da Ilha estão os campos com os cajueiros,
em parte naturais e em parte plantadas.
Daí veio o nome: Ilha do Caju.
Os jesuítas antes de abandonarem a Ilha, teriam
enterrado ali um magnífico tesouro, que até hoje ninguém
conseguiu encontrá-lo.
Mas, sumiu o ouro, ficou a natureza majestosa da Ilha
do Caju, que vem sendo mantida como um santuário ecológico
pelo esforço e dedicação de uma família
de origem inglesa, que detém a posse da Ilha desde 1847, preservando
ali um rico tesouro.
Cinco ecossistemas completos integram a ecologia da
ilha: mangues, dunas, matas, campos e alagados de água salgada.
Tal variedade faz dela não apenas um paraíso do turismo
ecológico e de aventura, mas também um lugar privilegiado
para se conhecer, numa área relativamente pequena, toda uma síntese
da geografia brasileira.
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A localização
A Ilha do Caju está localizada a noroeste do
Delta do Rio Parnaíba, no município de Araioses
(Maranhão), a cerca de 50 km da cidade de Parnaíba (Piauí),
entre as 80 ilhas e ilhotas que formam o maior e único delta
das Américas, em mar aberto.
A Ilha do Caju tem uma extensão de 10.139,3
ha, dos quais 35% de mangues, 12% de dunas,
23% de matas, 20% de campos e 10% de
salgados. A ilha está situada a 2ª45' de latitude , abaixo
da linha do equador e 42º05' de longitude oeste.
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Os antigos habitantes
Habitada
primeiro pelos Índios Tremembés - que, diz a história,
eram valentes guerreiros , temidos em todo o Delta - a ilha era denominada
de Pará-Mirim e Punaré. Os Tremembés
foram catequizados pelos padres jesuítas, em forma de aldeamentos,
e no ano de 1660, a ilha foi visitada pelo Padre Antônio Vieira.
No
dia 21 de abril de 1727, o cacique Manoel Miguel recebe a posse da Ilha.
Em 1758, Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês
de Pombal, expulsa os jesuítas do Brasil, confisca todos os seus
bens e ocasiona o desaparecimento dos aldeamentos indígenas no
Delta.
Em
1776, a Ilha do Caju foi arrematada, em leilão, pelo criador
de gado João Paulo Diniz que introduziu ali a pecuária.
A carne bovina, era salgada e exportada para o Pará, Portugal
e outras partes do Brasil.
Em
1847, com o empobrecimento dos herdeiros de João Paulo Diniz,
a Ilha foi vendida para o tenente-coronel Domingos José Gonçalves
e sua esposa, dona Torquata da Cunha e Silva Castello Branco Gonçalves,
por dois contos de reis, o equivalente a 250 cabeças de gado.
Após
o falecimento do tenente-coronel e sua esposa, a Ilha passou a pertencer
aos seus filhos, Dr. Malaquias Antônio Gonçalves e Dr.
Sigismundo Antônio Gonçalves. Com a morte de ambos, a filha
do Dr. Malaquias, Eugênia Mendes Gonçalves D'amorim torna-se
a nova proprietária da Ilha. Eugênia era também
neta do barão João José de Rodrigues Mendes, casada
com Alberto de Loyo Amorim, filho do barão da Casa Forte. Em
21 de julho de 1919, Alberto de Loyo Amorim, vende a ilha a um cidadão
britânico casado com a sobrinha dos Drs. Malaquias e Sigismundo
Antônio Gonçalves.
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A família Clark
Era um jovem inglês chamado James Frederick Clark,
que chegou ao Brasil com um contrato de aprendizagem de cinco anos com
a Casa Inglesa, dirigida por Paul Robert Singlehurst, conhecido como
Paulo Inglês, o primeiro a trazer para o Brasil, tratores, automóveis,
motores e jeeps. Em 1884, Frederick Clark já era sócio
da Casa Inglesa. E mais tarde virou dono único. Por iniciativa
dele introduziu a cera da carnaúba no mercado internacional.
Além dos produtos a base de petróleo e forneceu os equipamentos
e a instalação elétrica em 153 municípios
do Maranhão, Piauí e Ceará.
Hoje, o principal negócio na região é
no ramo do turismo ecológico. As antigas casas, da fazenda da
Ilha do Caju (Araioses-Maranhão) e a Casa Inglesa (Parnaíba-Piauí),
foram transformadas em Pousadas que recebem visitantes com real espírito
aventureiro para descobrir o tesouro que a família soube muito
bem conservar, transformando o lugar em um dos mais expressivos santuários
naturais do Brasil.
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Estudos ecológicos
Para quem se interessa pelos detalhes científicos,
segue abaixo o relatório extraído de uma pesquisa realizada
no Delta do Parnaíba em 1981 pelas Universidades de São
Paulo e Universidades Federais do Piauí e Ceará. Sob a
coordenação de Valdemar Rodrigues, da Universidade do
Piauí, os estudos ecológicos também contaram com
a colaboração do botânico Afrânio Gomes, do
Ceará, e do zoólogo Luiz Dino Vizzoto, da Universidade
Estadual Paulista de São José do Rio Preto.
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Dunas
O movimento das areias e a formação de
novos amontoados de quartzo causam sérios problemas no litoral
piauiense, como moradias destruídas, estradas e plantações
soterradas. Outro grande problema surge com o cultivo de pastagens para
a criação de animais. A destruição dos solos
é certa e é ilusório julgar que a fixação
e a conservação das dunas nessas áreas possa resolver
a situação. A vegetação, nesse caso, tem
muita importância na conservação dos solos e mais
ainda quando se trata de solos de equilíbrio extremamente frágil
como os das areias das dunas. Vale lembrar que o uso da terra de acordo
com sua aptidão é fundamental para que isso não
volte a surgir no futuro.
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Mangues
Na parte sul da Ilha, estão os
mangues de água salgada e salobra que recobrem 35% da área
da Ilha do Caju. Os passeios no interior dos mangues e igarapés
são feitos em canoas e barcos pequenos, com freqüente uso
de remos para que o barulho de motor não espante a rica fauna
da região. O peixe quatro-olhos é o mais encontrado.
A principal característica dele são os dois grandes olhos
saltados para fora. A metade superior está adaptada para ver
fora d’água e a metade inferior para ver dentro. Ainda vivem
por lá muitos guarás, socós, martim-pescadores,
macacos prego (que se alimentam de caranguejos), guaxinins
e cobras. Os baiacus, capazes de inchar até parecerem
bolas de futebol, também são moradores do mangue assim
como o caranguejo-uçá. Essa espécie é
muito procurada pelos pescadores que capturam os caranguejos ainda jovens
para o comércio. Outro ponto que deve-se ressaltar é a
quantidade de exemplares coletados por área. São várias
levas de caranguejos-uçá num mesmo lugar o que acarreta
a diminuição em massa e a conseqüente extinção.
Os manguezais também estão ameaçados pelas plantações
de arroz, a criação de gado e a retirada de madeira para
carvão. Diminuindo-se o ecossistema, acontece a redução
da fonte alimentícia dos caranguejos o que leva a evasão
ou morte da espécie.
BOX: O captura do
caranguejo-uçá no litoral do Maranhão ocorre
nos meses de novembro a março. Nesse período acontece
a reprodução da espécie e os caranguejos ficam
mais vulneráveis. Ou seja, a pesca acontece na fase em que
deveria a todo o custo ser evitada. Outros pontos críticos
mostram que além de os exemplares jovens serem levados, dificultando
mais tarde a reprodução; ainda ocorre a captura em massa
numa mesma área. Surge o perigo da extinção principalmente
pelo crescimento descontrolado e de caráter predatório.
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Praias
São depósitos de areias acumuladas pelos
agentes de transportes fluviais ou marinhos. As praias representam faixas
de grãos de quartzo, apresentando uma largura maior ou menor,
em função da maré. Essas faixas de areia se estendem
por todo o litoral brasileiro e abrigam diversas espécies vegetais
entre elas:
- Alecrim da Praia: planta muito comum que contribui
para a fixação de dunas
- Salsa-da-Praia: existe sempre em companhia
do Alecrim da Praia e tem também um grande poder de fixar dunas,
além de ser medicinal.
- Cipó Chumbo: é um dos parasitos
mais frequentes da vegetação arbiustiva e arbórea,
em toda a região litorânea ;
- Guajeru: fruta nativa que poderia ser melhorada
como fruta de mesa. Alcança porte de até 10 metros ;
- Chanana: flor silvestre mais abundante e característica
da região . Desabrocha as 6 horas e fecha regularmente por
volta das 11 horas , daí ser também conhecida como "onze
horas" ;
- Algodão de Seda: os pelos constituem
matéria prima para travesseiros e almofadas ;
- Coqueiro-da-Praia , Oiti da praia , Cajueiro e
Mangabeira: são espécies predominantes e de alto
valor econômico.
As praias e restingas do Nordeste brasileiro também
possuem uma fauna muito rica formada por conchas, pequenos crustáceos,
pulga da praia, maria farinha, tatuzinho-da-areia, entre outros.
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Flora
O
delta do rio Parnaíba caracteriza-se pelo seu grande número
de ilhas e ilhotas, separadas uma das outras por um labirinto de canais
de rio. Dentre elas distinguem-se, a Ilha Grande de Santa Isabel,
no Piauí, e a Ilha das Canárias, Ilha do Caju e Ilha
Grande do Paulino, no Maranhão.
As
Ilhas deltáicas mais distantes do mar, circundadas por águas
doces, mostram-se marginadas por Rhizophora mangle ( mangue vermelho),
vez por outra associado com Montrichardia linifera (aninga),
e Eichornia crassipes (baroneza ou água- pé).
No interior dessas ilhas dividem-se as espécies de Avicennia
tomentosa, Drepanocarpus lunatus, Copernicea prunifera e Astrocarium
tucumoides.
Já
as ilhas que se destacam em meio à massa de água salgada,
apresentam na face onde se faz sentir a ação das ondas
marítimas, uma faixa de dunas, a partir da qual começam
a surgir espécies pioneiras - ipomoea pes-capre, ipomoea
asarifolia, indigofera microcarpa, cassia tetraphylla e algumas
espécies de gramíneas e ciperáceas. o
restante do cinturão de contorno e as áreas mais interiores
oferecem no geral, as mesmas características vegetacionais
descritas em relação às ilhas do delta que povoam
a água doce.
A
Ilha do Caju, por ser a única preservada, e, portanto, evidenciando-se
como a de melhor representatividade em relação aos recursos
naturais da flora e da fauna, preservados graças ao zelo, interesse
e compreensão de seus proprietários, oferece a possibilidade
de observação e estudo dos ecossistemas que ocorrem
no delta.
Sob
a influência da maré e dos ventos, formam-se, na face
voltada para o oceano, dunas, onde surgem as primeiras espécies
psamófilas e halófilas, seguidas de outras
também psamófilas, porém, não tanto
halófilas. Por trás das dunas, desenvolve-se progressivamente
uma vegetação de maior porte, acentuando-se a presença
de uma mata arbustiva subcaducifólia, com alguns exemplares
arbóreos esparsos. A parte do contorno destituída de
dunas é ocupada por manguezal, que pode ocupar também
partes alagadas e margens dos igarapés no interior da ilha.
constata-se, ainda, a presença de vegetação hidrófila,
em pequenos lagos de água doce. A sua vegetação,
nada difere daquela que é própria do complexo litorâneo
nordestino. As espécies características desses tipos
de vegetação compreendem:
Nas
dunas :
ipomoea
pes - capre
ipomoea
asarifolia
indigo-fera
microcarpa
borreria
veticilata
cassia
tetraphylla
cassia
ramosa
cassia
flexuosa
gramíneas
ciperáceas
Nos
manguezais :
Gênero
Espécie Nome Vulgar
Rhizophora
mangle Mangue vermelho
Avicennia
tomentosa
Avicennia
litida Mangue siriba
Laguncularia
racemosa Mangue manso
Conocarpus
ereta Mangue / Canafistula de boi
Na
mata:
Gênero
Espécie Nome Vulgar
Mouriri
guianensis Puçá
Anacardim
microcarpum Cajuí
Dioclea
grandiflora Mucunã
Caesalpinia
bracteosa Catingueira
Pithecellobium
multiflorum Muquém / Canafístula de boi
Cassia
ramosa
Cassia
rotundifolia
Cassia
tetraphylla
Phaseolus
peduncularis
Manilkara
triflora Massaranduba
Zornia
marajoara
Hymenaea
stilbocarpa Jatobá - miúdo
Hymenaea
stigonocarpa Jatobá de casca fina
Hymenaea
courbaril Jatobá
Abrus
precatorius Jiquiriti
Copaifera
langsdorffii Pau d' óleo
Peltogyne
confertiflora Pau roxo
Pithecollobium
foliosun Jurema - branca
Basanacentha
spinosa
Cereus
jamacaru Mandacaru
Bursera
leptophloeos Imburana - de - espinho
Psidium
araça Araça
Cassia
trichopoda
Tephrosia
cinerea
Tabebuia
serratifolia Pau d' arco amarelo / Pau d'arco roxo
Lonchocarpus
sericeus
*
Encontrando-se também espécies não de imediato
determinadas, pertencentes aos gêneros : entada, celtis,
ouratea, cedrella, byrsonima, centrosema, ruellia, zornia, croton,
polygala, connarus, guettarda, tocoyena, diodia, coccoloba, cyperus,
myrtia, eugenia, e maytenus
Nas
lagoas:
neptunia
oleracea
neptunia
plena
aeschynomene
evenia
aeschynomene
marginata
aeschynomene
rudis
sesbania
exasperta
salvinia
curiculata
eichornia
crassipes
lemna
minor
e outras
espécies dos gêneros : nymphea, alisma, hidrocleis
e drosera.
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Fauna
A fauna é variada, nela se inclui
tatus, cotias, gatos-maracajás, papagaios, tamanduaís,
xexéus, tucanos, jacarés de papos-amarelos, guaxinins,
veados, raposas, pica-paus, jacus, macacos de várias espécies,
guarás, colhereiros, garças, jacus, marrecas, tartarugas
marinhas (tartaruga cabeçuda), botos, peixes-boi (Projeto Peixe-Boi
em Cajueiro da Praia - Piauí) e muitos outros. Afinal, todos
no Delta sabem, que a Ilha do Caju é o refúgio destes
animais, por ela ser a proteção natural de seu habitat.
Além de um dos únicos exemplos de coexistência pacífica
entre a exploração econômica e a manutenção
do patrimônio naturais. Cabe no entanto ressaltar que o sucesso
desta comunidade faunística, não se deve somente à
proibição da caça, mas principalmente pela conservação
dos ecossistemas primitivos. Só de pássaros já
catalogaram mais de 100 espécies. Outras espécies não-nativas
vem sendo cuidadosamente introduzidas – como os macacos de cheiro,
guariba, e mico-touro – que estão se adaptando sem complicações
com o ambiente.
Lista preliminar de representantes de vertebrados da
Ilha do Caju:
classe mammalia :
Gênero Espécie Nome Vulgar
ordem chiroptera
Noctilio leporinus leporinus Morcego
pescador
Artibeus jamaicensis Morcego de
ponta de asa branca médio
Artibeus cinereus Morcego de ponta
de asa branca pequeno
Desmodus rotundus rotundus Morcego
hematófago
Ordem primates
Cebus apella Macaco prego
Ordem edentata
Dasypus novencinctus Tatu-verdadeiro
/ Tatu-etê /Tatu-galinha
Euphractus sexcinctus Tatu-peba
Ordem rodentida
Dasyprocta aguti Cotia
Ordem carnivora
Dusicyon (cerdocyon)thous azarae Raposa
Procyon cancrivorus Guaxinim / Mão-pelada
Nasua nasua Coati
Felis pardalis Maracajá / Jaguatirica
Ordem artiodactyla
Mazama sp. Veado
Classe aves :
Ordem ardeiformes
Ajaia ajaja Colhereiro ou Ajajá
Theristicus caudatus Curicaca
Eudocimus ruber Guará
ou Guará-piranga
Casmerodius albus Garça
branca grande ou Guiratinga
Egretta thula Garga
branca pequena
Bubulcus ibis Garça
de pernas camurçadas / Garça boieira
Butorides striatus Socozinho
Florida caerulea Garça
cinzenta / Garça morena
Hydranassa tricolor Garça
pintada
Jabiru mycteria Jaburu
grande
Ordem anseriformes
Dendrocycna bicolor Marreca
caneleira
Oxyura dominica Marrequinha
Ordem charadriiformes
Jacana spinosa jacana Jaçanã
/ Piaçosa
Vanellus chilensis Téo-téo
/ Quero-quero
Calidris pusilla Batuirinha
Ordem falconiformes
Coragyps atratus brasiliensis Urubu
comun / Urubu de cabeça-preta
Spizaetus ornatus Gavião
apacanim
Buteo magnirostris nattereri Gavião-pega-pinto
Polyborus plancus plancus Caracará
/ Carcará / Carancho
Herpetotheres cachinnans cachinnans
Cavã ou Acavá ou Macaguá
ordem gallifortes
Penelope jacucaca Jacu
Ordem gruiformes
Aramides mangle Saracura
do mangue/ Saracura da praia
Aramides cajanea Saracura
três-potes
Ordem columbiformes
Columba picazuro marginalis Pomba
asa-branca
Zenaida auriculata Avoante
Columbina picui Rolinha
Scardafella squamata squamata Fogo-apagou
Leptotila verreauxi approximans Juriti
Ordem cuculiformes
Piaya cayana Alma de
gato
Crotophaga ani Anum
preto
Guira guira Anum branco
Ordem caprimulgiformes
Nyctidromus albicollis Curiango
Ordem coraciiformes
Ceryle torquata Martim-pescador-grande
Ordem piciformes
Ramphastus tucanus Tucano
Ordem passeriformes
Furnarius leucopus João-de-barro
Cassicus cela Guache
/ Japuíra / Japi / Chechéu
Ordem psittaciformes
Pionopsitta barra bandi Curica
Classe répteis
Ordem chelonia
Caretta caretta (marinha) Tartaruga
marinha grande
Chelonia mydas Tartaruga
do mar
Eritmochelys imbricata Tartaruga
de pente
Pseudemys d' orbignyi Tigre
d' água / Jurará
Phrynops geoffroana tuberosa Cágado
d' água
Ordem crocodylia
Caiman crocodilus crocodilus Jacaré
Ordem squamata
Epicrates cenchria assisi Salamanta
Eunectes murinus Sucuri
Boa constrictor Jibóia
Waglerophis merremi Boipeva
Phylodryas olfersii Cobra
verde
Crotalus durissus cascavella Cascavel
Dromicus poecylogirus Mata
boi
Hemidactylus mabouia Lagartixa
de parede
Tropidurus torquatus Taraguira
Iguana iguana Camaleão
Classe amphibia:
Ordem anura
Bufo paracnemis Cururu
Bufo granulosus Cururu
pequeno
Leptodactylus labyrinthicus
Jia / pimenta
Leptodactylus macrosternum Rá
- galinha
Leptodactylus fuscus Rã
- assobiadora
Pleurodema diploristris
Hyla fuscovaria
Hyla rubincundula
Lista de representantes de invertebrados:
Ordem decapora
Uca mordax Chama-maré
Ucides cordatus Caranguejo-uçá
Callinectes bocourti
Metasesarma rubripes Marinheiro
Classe chilopoda
Scolopendra viridicornis Lacraia
Filo mollusca
Biomphalaria glabrata
Pomacea sp.
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Publicações
- Jornais
com reportagens publicadas sobre a Ilha do Caju:
Globo
Estado
de São Paulo
Jornal
do Commercio
Folha de
São Paulo
- Clips
sobre preservação da Ilha do Caju com enfoque na convivência
harmoniosa entre o homem e a natureza:
Globo Ecologia
– 1993
Fantástico
– 1994
TV Fuji
– 1995
TV Cultura
do Paraguai – 1995
TV Educativa
do Rio de Janeiro – 1995
TV Mulher
de São Paulo – 1996, 1997
Globo Repórter
– 1997
Publicação
da Ilha do Caju no livro "Brasil Aventura 2"- São Paulo
– 1995
Globo Ecologia
– 1998
TV Educativa:
Série Mar à Vista –1998
TV Bandeirantes
-1999
- Sobre
o trabalho de ecoturismo na Ilha do Caju
Revistas:
Geográfica
Universal – 1981
Manchete
– 1981
Manchete
– Dezembro – 1992
Caminhos
da Terra – Setembro (1993), Fevereiro (1994)
Isto É
– Janeiro – 1994
Veja –
1995
Geográfica
Universal – 1993
Vacances
– 1995
0 KM –
Outubro – 1995
Ícaro
– 1995
Planeta
– Abril – 1995
Quatro
Rodas – Maio – 1995
Náutica
– N.70 – 1995
Caminhos
da Terra – 1997
Revistas
Pesca Esportiva – Agosto – 1997
Geográfica
Universal – 1997
Revista
Veja – 1999
Revista
Época – 1999
Revista
Criativa – 1999
Revista
Cláudia – 1999
Revista
Família e Aventura -1999
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