Área da Ilha : 10.000 ha ou 100 Km²

Composição da Área:

35% de Manguezal

23% de Mata

20% de Campos

12% de Dunas

10% de Salgados

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Localização: Nordeste do Brasil

População: 60 habitantes
Clima : quente e úmido ( 2 estações bem definidas - uma chuvosa e outra seca)
Temperatura média anual : 27ºC
Exemplares da Fauna :
Tatus
Cotias
Tamanduás
Veados
Guarás
Xexéus
Tucanos
Tartarugas marinhas
Jacarés
Macacos
Guaxinins
Colhereiros
Quatis
Curicacas
Raposas
 
A Ilha do Caju
 

No centro da Ilha estão os campos com os cajueiros, em parte naturais e em parte plantadas.

Daí veio o nome: Ilha do Caju.

Os jesuítas antes de abandonarem a Ilha, teriam enterrado ali um magnífico tesouro, que até hoje ninguém conseguiu encontrá-lo.

Mas, sumiu o ouro, ficou a natureza majestosa da Ilha do Caju, que vem sendo mantida como um santuário ecológico pelo esforço e dedicação de uma família de origem inglesa, que detém a posse da Ilha desde 1847, preservando ali um rico tesouro.

Cinco ecossistemas completos integram a ecologia da ilha: mangues, dunas, matas, campos e alagados de água salgada. Tal variedade faz dela não apenas um paraíso do turismo ecológico e de aventura, mas também um lugar privilegiado para se conhecer, numa área relativamente pequena, toda uma síntese da geografia brasileira.

 

A localização

A Ilha do Caju está localizada a noroeste do Delta do Rio Parnaíba, no município de Araioses (Maranhão), a cerca de 50 km da cidade de Parnaíba (Piauí), entre as 80 ilhas e ilhotas que formam o maior e único delta das Américas, em mar aberto.

A Ilha do Caju tem uma extensão de 10.139,3 ha, dos quais 35% de mangues, 12% de dunas, 23% de matas, 20% de campos e 10% de salgados. A ilha está situada a 2ª45' de latitude , abaixo da linha do equador e 42º05' de longitude oeste.

 

Os antigos habitantes

Habitada primeiro pelos Índios Tremembés - que, diz a história, eram valentes guerreiros , temidos em todo o Delta - a ilha era denominada de Pará-Mirim e Punaré. Os Tremembés foram catequizados pelos padres jesuítas, em forma de aldeamentos, e no ano de 1660, a ilha foi visitada pelo Padre Antônio Vieira.

No dia 21 de abril de 1727, o cacique Manoel Miguel recebe a posse da Ilha. Em 1758, Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, expulsa os jesuítas do Brasil, confisca todos os seus bens e ocasiona o desaparecimento dos aldeamentos indígenas no Delta.

Em 1776, a Ilha do Caju foi arrematada, em leilão, pelo criador de gado João Paulo Diniz que introduziu ali a pecuária. A carne bovina, era salgada e exportada para o Pará, Portugal e outras partes do Brasil.

Em 1847, com o empobrecimento dos herdeiros de João Paulo Diniz, a Ilha foi vendida para o tenente-coronel Domingos José Gonçalves e sua esposa, dona Torquata da Cunha e Silva Castello Branco Gonçalves, por dois contos de reis, o equivalente a 250 cabeças de gado.

Após o falecimento do tenente-coronel e sua esposa, a Ilha passou a pertencer aos seus filhos, Dr. Malaquias Antônio Gonçalves e Dr. Sigismundo Antônio Gonçalves. Com a morte de ambos, a filha do Dr. Malaquias, Eugênia Mendes Gonçalves D'amorim torna-se a nova proprietária da Ilha. Eugênia era também neta do barão João José de Rodrigues Mendes, casada com Alberto de Loyo Amorim, filho do barão da Casa Forte. Em 21 de julho de 1919, Alberto de Loyo Amorim, vende a ilha a um cidadão britânico casado com a sobrinha dos Drs. Malaquias e Sigismundo Antônio Gonçalves.

 

A família Clark

Era um jovem inglês chamado James Frederick Clark, que chegou ao Brasil com um contrato de aprendizagem de cinco anos com a Casa Inglesa, dirigida por Paul Robert Singlehurst, conhecido como Paulo Inglês, o primeiro a trazer para o Brasil, tratores, automóveis, motores e jeeps. Em 1884, Frederick Clark já era sócio da Casa Inglesa. E mais tarde virou dono único. Por iniciativa dele introduziu a cera da carnaúba no mercado internacional. Além dos produtos a base de petróleo e forneceu os equipamentos e a instalação elétrica em 153 municípios do Maranhão, Piauí e Ceará.

Hoje, o principal negócio na região é no ramo do turismo ecológico. As antigas casas, da fazenda da Ilha do Caju (Araioses-Maranhão) e a Casa Inglesa (Parnaíba-Piauí), foram transformadas em Pousadas que recebem visitantes com real espírito aventureiro para descobrir o tesouro que a família soube muito bem conservar, transformando o lugar em um dos mais expressivos santuários naturais do Brasil.

 

Estudos ecológicos

Para quem se interessa pelos detalhes científicos, segue abaixo o relatório extraído de uma pesquisa realizada no Delta do Parnaíba em 1981 pelas Universidades de São Paulo e Universidades Federais do Piauí e Ceará. Sob a coordenação de Valdemar Rodrigues, da Universidade do Piauí, os estudos ecológicos também contaram com a colaboração do botânico Afrânio Gomes, do Ceará, e do zoólogo Luiz Dino Vizzoto, da Universidade Estadual Paulista de São José do Rio Preto.

 

Dunas

O movimento das areias e a formação de novos amontoados de quartzo causam sérios problemas no litoral piauiense, como moradias destruídas, estradas e plantações soterradas. Outro grande problema surge com o cultivo de pastagens para a criação de animais. A destruição dos solos é certa e é ilusório julgar que a fixação e a conservação das dunas nessas áreas possa resolver a situação. A vegetação, nesse caso, tem muita importância na conservação dos solos e mais ainda quando se trata de solos de equilíbrio extremamente frágil como os das areias das dunas. Vale lembrar que o uso da terra de acordo com sua aptidão é fundamental para que isso não volte a surgir no futuro.

 

Mangues

Na parte sul da Ilha, estão os mangues de água salgada e salobra que recobrem 35% da área da Ilha do Caju. Os passeios no interior dos mangues e igarapés são feitos em canoas e barcos pequenos, com freqüente uso de remos para que o barulho de motor não espante a rica fauna da região. O peixe quatro-olhos é o mais encontrado. A principal característica dele são os dois grandes olhos saltados para fora. A metade superior está adaptada para ver fora d’água e a metade inferior para ver dentro. Ainda vivem por lá muitos guarás, socós, martim-pescadores, macacos prego (que se alimentam de caranguejos), guaxinins e cobras. Os baiacus, capazes de inchar até parecerem bolas de futebol, também são moradores do mangue assim como o caranguejo-uçá. Essa espécie é muito procurada pelos pescadores que capturam os caranguejos ainda jovens para o comércio. Outro ponto que deve-se ressaltar é a quantidade de exemplares coletados por área. São várias levas de caranguejos-uçá num mesmo lugar o que acarreta a diminuição em massa e a conseqüente extinção. Os manguezais também estão ameaçados pelas plantações de arroz, a criação de gado e a retirada de madeira para carvão. Diminuindo-se o ecossistema, acontece a redução da fonte alimentícia dos caranguejos o que leva a evasão ou morte da espécie.

    BOX: O captura do caranguejo-uçá no litoral do Maranhão ocorre nos meses de novembro a março. Nesse período acontece a reprodução da espécie e os caranguejos ficam mais vulneráveis. Ou seja, a pesca acontece na fase em que deveria a todo o custo ser evitada. Outros pontos críticos mostram que além de os exemplares jovens serem levados, dificultando mais tarde a reprodução; ainda ocorre a captura em massa numa mesma área. Surge o perigo da extinção principalmente pelo crescimento descontrolado e de caráter predatório.

 

Praias

São depósitos de areias acumuladas pelos agentes de transportes fluviais ou marinhos. As praias representam faixas de grãos de quartzo, apresentando uma largura maior ou menor, em função da maré. Essas faixas de areia se estendem por todo o litoral brasileiro e abrigam diversas espécies vegetais entre elas:

  • Alecrim da Praia: planta muito comum que contribui para a fixação de dunas
  • Salsa-da-Praia: existe sempre em companhia do Alecrim da Praia e tem também um grande poder de fixar dunas, além de ser medicinal.
  • Cipó Chumbo: é um dos parasitos mais frequentes da vegetação arbiustiva e arbórea, em toda a região litorânea ;
  • Guajeru: fruta nativa que poderia ser melhorada como fruta de mesa. Alcança porte de até 10 metros ;
  • Chanana: flor silvestre mais abundante e característica da região . Desabrocha as 6 horas e fecha regularmente por volta das 11 horas , daí ser também conhecida como "onze horas" ;
  • Algodão de Seda: os pelos constituem matéria prima para travesseiros e almofadas ;
  • Coqueiro-da-Praia , Oiti da praia , Cajueiro e Mangabeira: são espécies predominantes e de alto valor econômico.

As praias e restingas do Nordeste brasileiro também possuem uma fauna muito rica formada por conchas, pequenos crustáceos, pulga da praia, maria farinha, tatuzinho-da-areia, entre outros.

 

Flora

    O delta do rio Parnaíba caracteriza-se pelo seu grande número de ilhas e ilhotas, separadas uma das outras por um labirinto de canais de rio. Dentre elas distinguem-se, a Ilha Grande de Santa Isabel, no Piauí, e a Ilha das Canárias, Ilha do Caju e Ilha Grande do Paulino, no Maranhão.

    As Ilhas deltáicas mais distantes do mar, circundadas por águas doces, mostram-se marginadas por Rhizophora mangle ( mangue vermelho), vez por outra associado com Montrichardia linifera (aninga), e Eichornia crassipes (baroneza ou água- pé). No interior dessas ilhas dividem-se as espécies de Avicennia tomentosa, Drepanocarpus lunatus, Copernicea prunifera e Astrocarium tucumoides.

    Já as ilhas que se destacam em meio à massa de água salgada, apresentam na face onde se faz sentir a ação das ondas marítimas, uma faixa de dunas, a partir da qual começam a surgir espécies pioneiras - ipomoea pes-capre, ipomoea asarifolia, indigofera microcarpa, cassia tetraphylla e algumas espécies de gramíneas e ciperáceas. o restante do cinturão de contorno e as áreas mais interiores oferecem no geral, as mesmas características vegetacionais descritas em relação às ilhas do delta que povoam a água doce.

    A Ilha do Caju, por ser a única preservada, e, portanto, evidenciando-se como a de melhor representatividade em relação aos recursos naturais da flora e da fauna, preservados graças ao zelo, interesse e compreensão de seus proprietários, oferece a possibilidade de observação e estudo dos ecossistemas que ocorrem no delta.

    Sob a influência da maré e dos ventos, formam-se, na face voltada para o oceano, dunas, onde surgem as primeiras espécies psamófilas e halófilas, seguidas de outras também psamófilas, porém, não tanto halófilas. Por trás das dunas, desenvolve-se progressivamente uma vegetação de maior porte, acentuando-se a presença de uma mata arbustiva subcaducifólia, com alguns exemplares arbóreos esparsos. A parte do contorno destituída de dunas é ocupada por manguezal, que pode ocupar também partes alagadas e margens dos igarapés no interior da ilha. constata-se, ainda, a presença de vegetação hidrófila, em pequenos lagos de água doce. A sua vegetação, nada difere daquela que é própria do complexo litorâneo nordestino. As espécies características desses tipos de vegetação compreendem:

    Nas dunas :

    ipomoea pes - capre

    ipomoea asarifolia

    indigo-fera microcarpa

    borreria veticilata

    cassia tetraphylla

    cassia ramosa

    cassia flexuosa

    gramíneas

    ciperáceas

     

    Nos manguezais :

    Gênero Espécie Nome Vulgar

    Rhizophora mangle Mangue vermelho

    Avicennia tomentosa

    Avicennia litida Mangue siriba

    Laguncularia racemosa Mangue manso

    Conocarpus ereta Mangue / Canafistula de boi

     

    Na mata:

    Gênero Espécie Nome Vulgar

    Mouriri guianensis Puçá

    Anacardim microcarpum Cajuí

    Dioclea grandiflora Mucunã

    Caesalpinia bracteosa Catingueira

    Pithecellobium multiflorum Muquém / Canafístula de boi

    Cassia ramosa

    Cassia rotundifolia

    Cassia tetraphylla

    Phaseolus peduncularis

    Manilkara triflora Massaranduba

    Zornia marajoara

    Hymenaea stilbocarpa Jatobá - miúdo

    Hymenaea stigonocarpa Jatobá de casca fina

    Hymenaea courbaril Jatobá

    Abrus precatorius Jiquiriti

    Copaifera langsdorffii Pau d' óleo

    Peltogyne confertiflora Pau roxo

    Pithecollobium foliosun Jurema - branca

    Basanacentha spinosa

    Cereus jamacaru Mandacaru

    Bursera leptophloeos Imburana - de - espinho

    Psidium araça Araça

    Cassia trichopoda

    Tephrosia cinerea

    Tabebuia serratifolia Pau d' arco amarelo / Pau d'arco roxo

    Lonchocarpus sericeus

    * Encontrando-se também espécies não de imediato determinadas, pertencentes aos gêneros : entada, celtis, ouratea, cedrella, byrsonima, centrosema, ruellia, zornia, croton, polygala, connarus, guettarda, tocoyena, diodia, coccoloba, cyperus, myrtia, eugenia, e maytenus

     

    Nas lagoas:

    neptunia oleracea

    neptunia plena

    aeschynomene evenia

    aeschynomene marginata

    aeschynomene rudis

    sesbania exasperta

    salvinia curiculata

    eichornia crassipes

    lemna minor

    e outras espécies dos gêneros : nymphea, alisma, hidrocleis e drosera.

 

Fauna

A fauna é variada, nela se inclui tatus, cotias, gatos-maracajás, papagaios, tamanduaís, xexéus, tucanos, jacarés de papos-amarelos, guaxinins, veados, raposas, pica-paus, jacus, macacos de várias espécies, guarás, colhereiros, garças, jacus, marrecas, tartarugas marinhas (tartaruga cabeçuda), botos, peixes-boi (Projeto Peixe-Boi em Cajueiro da Praia - Piauí) e muitos outros. Afinal, todos no Delta sabem, que a Ilha do Caju é o refúgio destes animais, por ela ser a proteção natural de seu habitat. Além de um dos únicos exemplos de coexistência pacífica entre a exploração econômica e a manutenção do patrimônio naturais. Cabe no entanto ressaltar que o sucesso desta comunidade faunística, não se deve somente à proibição da caça, mas principalmente pela conservação dos ecossistemas primitivos. Só de pássaros já catalogaram mais de 100 espécies. Outras espécies não-nativas vem sendo cuidadosamente introduzidas – como os macacos de cheiro, guariba, e mico-touro – que estão se adaptando sem complicações com o ambiente.

Lista preliminar de representantes de vertebrados da Ilha do Caju:

classe mammalia :

Gênero Espécie Nome Vulgar

ordem chiroptera

Noctilio leporinus leporinus Morcego pescador

Artibeus jamaicensis Morcego de ponta de asa branca médio

Artibeus cinereus Morcego de ponta de asa branca pequeno

Desmodus rotundus rotundus Morcego hematófago

 

Ordem primates

Cebus apella Macaco prego

Ordem edentata

Dasypus novencinctus Tatu-verdadeiro / Tatu-etê /Tatu-galinha

Euphractus sexcinctus Tatu-peba

Ordem rodentida

Dasyprocta aguti Cotia

Ordem carnivora

Dusicyon (cerdocyon)thous azarae Raposa

Procyon cancrivorus Guaxinim / Mão-pelada

Nasua nasua Coati

Felis pardalis Maracajá / Jaguatirica

Ordem artiodactyla

Mazama sp. Veado

 

Classe aves :

Ordem ardeiformes

Ajaia ajaja Colhereiro ou Ajajá

Theristicus caudatus Curicaca

Eudocimus ruber Guará ou Guará-piranga

Casmerodius albus Garça branca grande ou Guiratinga

Egretta thula Garga branca pequena

Bubulcus ibis Garça de pernas camurçadas / Garça boieira

Butorides striatus Socozinho

Florida caerulea Garça cinzenta / Garça morena

Hydranassa tricolor Garça pintada

Jabiru mycteria Jaburu grande

Ordem anseriformes

Dendrocycna bicolor Marreca caneleira

Oxyura dominica Marrequinha

Ordem charadriiformes

Jacana spinosa jacana Jaçanã / Piaçosa

Vanellus chilensis Téo-téo / Quero-quero

Calidris pusilla Batuirinha

Ordem falconiformes

Coragyps atratus brasiliensis Urubu comun / Urubu de cabeça-preta

Spizaetus ornatus Gavião apacanim

Buteo magnirostris nattereri Gavião-pega-pinto

Polyborus plancus plancus Caracará / Carcará / Carancho

Herpetotheres cachinnans cachinnans Cavã ou Acavá ou Macaguá


ordem gallifortes

Penelope jacucaca Jacu

Ordem gruiformes

Aramides mangle Saracura do mangue/ Saracura da praia

Aramides cajanea Saracura três-potes

Ordem columbiformes

Columba picazuro marginalis Pomba asa-branca

Zenaida auriculata Avoante

Columbina picui Rolinha

Scardafella squamata squamata Fogo-apagou

Leptotila verreauxi approximans Juriti

Ordem cuculiformes

Piaya cayana Alma de gato

Crotophaga ani Anum preto

Guira guira Anum branco

Ordem caprimulgiformes

Nyctidromus albicollis Curiango

Ordem coraciiformes

Ceryle torquata Martim-pescador-grande

Ordem piciformes

Ramphastus tucanus Tucano

Ordem passeriformes

Furnarius leucopus João-de-barro

Cassicus cela Guache / Japuíra / Japi / Chechéu

Ordem psittaciformes

Pionopsitta barra bandi Curica

 

Classe répteis

Ordem chelonia

Caretta caretta (marinha) Tartaruga marinha grande

Chelonia mydas Tartaruga do mar

Eritmochelys imbricata Tartaruga de pente

Pseudemys d' orbignyi Tigre d' água / Jurará

Phrynops geoffroana tuberosa Cágado d' água

Ordem crocodylia

Caiman crocodilus crocodilus Jacaré

Ordem squamata

Epicrates cenchria assisi Salamanta

Eunectes murinus Sucuri

Boa constrictor Jibóia

Waglerophis merremi Boipeva

Phylodryas olfersii Cobra verde

Crotalus durissus cascavella Cascavel

Dromicus poecylogirus Mata boi

Hemidactylus mabouia Lagartixa de parede

Tropidurus torquatus Taraguira

Iguana iguana Camaleão

Classe amphibia:

Ordem anura

Bufo paracnemis Cururu

Bufo granulosus Cururu pequeno

Leptodactylus labyrinthicus Jia / pimenta

Leptodactylus macrosternum Rá - galinha

Leptodactylus fuscus Rã - assobiadora

Pleurodema diploristris

Hyla fuscovaria

Hyla rubincundula

Lista de representantes de invertebrados:

Ordem decapora

Uca mordax Chama-maré

Ucides cordatus Caranguejo-uçá

Callinectes bocourti

Metasesarma rubripes Marinheiro

Classe chilopoda

Scolopendra viridicornis Lacraia

Filo mollusca

Biomphalaria glabrata

Pomacea sp.

 

Publicações

  • Jornais com reportagens publicadas sobre a Ilha do Caju:

Globo

Estado de São Paulo

Jornal do Commercio

Folha de São Paulo

  • Clips sobre preservação da Ilha do Caju com enfoque na convivência harmoniosa entre o homem e a natureza:

Globo Ecologia – 1993

Fantástico – 1994

TV Fuji – 1995

TV Cultura do Paraguai – 1995

TV Educativa do Rio de Janeiro – 1995

TV Mulher de São Paulo – 1996, 1997

Globo Repórter – 1997

Publicação da Ilha do Caju no livro "Brasil Aventura 2"- São Paulo – 1995

Globo Ecologia – 1998

TV Educativa: Série Mar à Vista –1998

TV Bandeirantes -1999

  • Sobre o trabalho de ecoturismo na Ilha do Caju

Revistas:

Geográfica Universal – 1981

Manchete – 1981

Manchete – Dezembro – 1992

Caminhos da Terra – Setembro (1993), Fevereiro (1994)

Isto É – Janeiro – 1994

Veja – 1995

Geográfica Universal – 1993

Vacances – 1995

0 KM – Outubro – 1995

Ícaro – 1995

Planeta – Abril – 1995

Quatro Rodas – Maio – 1995

Náutica – N.70 – 1995

Caminhos da Terra – 1997

Revistas Pesca Esportiva – Agosto – 1997

Geográfica Universal – 1997

Revista Veja – 1999

Revista Época – 1999

Revista Criativa – 1999

Revista Cláudia – 1999

Revista Família e Aventura -1999